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segunda-feira, 2 de outubro de 2023

A importância das reedições

No atual mercado editorial de banda desenhada, uma das estratégias adotadas por algumas editoras é a reedição de materiais. No entanto, já me deparei com comentários do género "Isto já não saiu por cá?" ou "Outra vez arroz?". Por esta razão, neste artigo vou abordar a questão das reedições, o porquê de serem importantes para o mercado e o excelente trabalho e atenção que algumas editoras portuguesas estão a fazer nesse sentido.



Para começo de conversa, a reedição trata-se do lançamento de um álbum anteriormente editado e que, normalmente, surge com alterações e acréscimo de conteúdo. Partindo deste princípio, as reedições são positivas pois acrescentam conteúdo aos álbuns. Um caso específico desta situação é a reedição do álbum Batman: Asilo Arkham, editado no selo Black Label da editora Levoir, que acrescenta 33 páginas de conteúdo extra, relativamente à edição do mesmo álbum lançada na Coleção Batman 75 Anos. Além disso, quando comparamos as 3 versões do álbum publicadas em Portugal, verificam-se diferenças nos aspetos de acabamento dos álbuns. A primeira edição, editada pela editora Devir, recebeu acabamento em capa brochada e papel brilhante. Por sua vez, a segunda edição foi publicada em capa dura mas com papel baço. Finalmente a terceira edição apresenta igualmente capa dura e papel brilhante, além de ter uma ilustração de capa diferente das anteriores edições. Deste modo, em muitos casos a reedição de materiais permite que os mesmos materiais sejam reapresentados aos leitores com o melhor acabamento possível.



Outro aspeto interessante das reedições são os lançamentos de edições integrais. Num caso bastante semelhante ao exemplo anterior, o álbum Batman: O Regresso do Cavaleiro das Trevas também recebeu uma edição pela Devir e duas pela Levoir. No entanto, tanto na primeira edição, como na segunda, a obra foi publicada em dois volumes, recebendo finalmente uma edição integral na terceira edição. Outro belo exemplo de uma reedição integral é o livro As Aventuras Completas de Dog Mendonça e Pizzaboy publicado pela Companhia das Letras. Referi estes exemplos a título exemplificativo, no entanto existem muitos mais casos semelhantes.



Apesar de todos os aspetos anteriores serem, na minha opinião, pontos bastante positivos das reedições, o ponto fundamental para justificar a existência das mesmas é a possibilidade dos leitores puderem comprar materiais que já foram publicados, mas que durante muito tempo não estavam disponíveis no mercado. Voltando ao exemplo inicial e partilhando a minha experiência pessoal, na altura em que comecei a ler banda desenhada, no ano de 2016, o álbum citado não estava disponível para compra em livrarias e lojas online. O álbum tinha sido reeditado em 2015 na Coleção Batman 75 Anos, no entanto quando tentei adquirir o mesmo não o encontrava. Desse modo, recorri ao mercado de usados e consegui uma cópia do mesmo, no entanto julgo que nem todos os leitores têm a disponibilidade para recorrer a estas vias, nomeadamente os leitores mais casuais. Desse modo foi de bom grado que vi a editora Levoir a disponibilizar novamente este excelente álbum aos leitores portugueses. Percebo que, dado o pequeno mercado que temos, alguns dos leitores mais antigos preferissem a edição de material inédito, no entanto acho que os mesmos devem compreender que este tipo de iniciativas são benéficas para a criação de novos leitores. Além disso, quantos mais volumes em português estiverem disponíveis, menos probabilidade existirá dos leitores recorrerem a edições estrangeiras, apoiando, assim, o mercado nacional.



Outros aspetos interessantes das reedições são as "atualizações da obra". Com isto quero referir casos como Batman: Piada Mortal que, na versão da Devir contém as cores originais de John Higgins e que, nas reedições pela Levoir apresenta as cores de Brian Bolland. Outro caso de "atualização" é a reedição da adaptação do Hobbit para banda desenhada que, na segunda edição, utilizou novas digitalizações das aguarelas. Por outro lado, as reedições permitem corrigir erros de tradução, seguir uma tradução nova e aplicar novos tipos de legendagem, balonagem e fonte para as letras.

 


Finalmente, o último ponto e o que acho mais pertinente nas reedições é o facto de, em muitos casos, as mesmas acompanharem a "recuperação" de séries abandonadas ou inacabadas. Neste sentido tenho de referir os exemplos das reedições de álbuns de séries como Armazém Central e Sambre, reeditados pela Arte de Autor, O Mercenário e O Corvo, reeditados pela Ala dos Livros e Peter Pan, reeditados pela ASA. Nestes casos, as editoras, além de publicarem os volumes inéditos no mercado nacional reeditam também os volumes anteriormente publicados por outra editora. Deste modo, conseguem publicar todos os volumes com um acabamento melhor e tornando a coleção uniforme no seu formato.



Numa nota final é de louvar o trabalho das editoras portuguesas no âmbito de voltarem a disponibilizar álbuns anteriormente editados e que se encontram esgotados, fazendo o mesmo com um excelente acabamento nas suas edições. Não obstante, gostaria de ver mais materiais reeditados no nosso mercado. Podem ver algumas dessas histórias neste post.



Mas digam nos comentários o que acham sobre este tópico e refiram também os álbuns que gostariam de ver reeditados no nosso país.

quinta-feira, 28 de setembro de 2023

Lançamento Levoir - Uma Metamorfose Iraniana

A editora Levoir publica hoje o álbum Uma Metamorfose Iraniana que conta com argumento e ilustrações de Mana Neyestani. Este trata-se do quinto volume da Coleção Novela Gráfica - Série VII e será apresentado hoje, dia 28 de setembro, pelas 18:30h na Livraria Tinta nos Nervos.


Segue a sinopse disponibilizada pela editora:

" “Relato cru e sem paixões de uma longa e inevitável descida aos infernos, esta novela é um testemunho comovente e precioso da realidade do sistema totalitário iraniano.” É desta forma que o jornal francês France Soir se refere a Uma Metamorfose Iraniana a novela que a Levoir e o Público editam a 28 de Setembro.

Mana Neyestani nasceu em Teerão em 1973, formou-se em arquitectura, em 1990 inicia a sua carreia como desenhador e ilustrador para várias revistas culturais, literárias, económicas e políticas. Tornou-se ilustrador de imprensa com a ascensão dos jornais reformistas do Irão em 1999. Em 2000, publicou o seu primeiro livro no Irão, Kaaboos (Pesadelo), a que se seguiram Ghost House (2001) e Mr Ka’s Love Puzzle (2004). Rotulado como cartoonista político, Neyestani foi então obrigado a fazer ilustrações para crianças. A que fez em 2006 levou-o à prisão e à fuga do país.

Após dois meses de detenção, Mana obteve finalmente uma licença temporária. Decidiu então fugir com a sua mulher. Instalaram-se temporariamente na Malásia antes de chegarem a Paris em 2010. Uma Metamorfose Iraniana é a história verídica deste cartoonista que teve a infelicidade de desenhar a palavra errada na altura errada.

Em ambientes frios e burocráticos, na prisão ou em salas cinzentas e anónimas de ministérios, acompanhamos o percurso de pesadelo de Mana. Perseguido, sujeito a uma burocracia cega e surda e testemunha de uma violência arrepiante, Mana é apanhado na armadilha de uma máquina judicial descontrolada, enfrentando dirigentes corruptos num Estado moldado pela censura.

Partilhando a sua experiência numa narrativa kafkiana que raia o onírico, o absurdo e o humor negro, o autor joga constantemente com a desproporção entre o absurdo do motivo da prisão e as suas consequências fortuitas. Reflexão sóbria sobre a liberdade de expressão e os horrores da vida na prisão, apoiada por um traço muito expressivo, a banda desenhada traça o destino de um indivíduo entregue a autoridades tirânicas.

No final, esta história opressiva traça um retrato edificante de um país entregue ao domínio exclusivo do arbitrário, onde uma palavra, um gesto, um desenho ou uma palavra a mais podem conduzir directamente à masmorra e, portanto, ao inferno. Para além disso, é também uma radiografia de uma ditadura que não tolera o contraditório.".


Uma Metamorfose Iraniana
Autores: Mana Neyestani
Editora: Levoir
Páginas: 212, a preto e branco
Encadernação: Capa Cartonada
Formato: 17,00 x 24.00 cm
ISBN:
PVP: 13,90€



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sexta-feira, 22 de setembro de 2023

Lançamento Levoir - Os Mares do Sul

A editora Levoir publicou ontem o álbum Os Mares do Sul que conta com argumento de Hernán Migoya e ilustrações de Bartolomé Seguí. Este livro que se trata de uma adaptação do romance de Manuel Vázquez Montalbán é o quarto volume da Coleção Novela Gráfica - Série VII.


Segue a sinopse disponibilizada pela editora:

“A Levoir e o Público publicam Os Mares do Sul, obra galardoada com o Prémio Planeta em 1979. Os Mares do Sul sai em banca a 21 de Setembro numa parceria da Levoir e do jornal Público. O prefácio é de João Ramalho-Santos.

Hernán Migoya e Bartolomé Seguí estão de volta à colecção Novela Gráfica 2023 com a adaptação de mais uma obra de Manuel Vázquez Montalbán protagonizada pelo detective Pepe Carvalho.
Depois de Tatuagem e A Solidão do Executivo (editados pela Levoir nas colecções de 2018 e 2020) chegou a vez de Os Mares do Sul.

A novela desenrola-se em Barcelona no ano de 1979, nas vésperas das eleições municipais. Pepe Carvalho, o carismático detective, é chamado para investigar o misterioso desaparecimento de Carlos Stuart Pedrell, um importante homem de negócios, que aparece morto à facada num descampado nos arredores da cidade.

Stuart Pedrell era um apaixonado pelo pintor pós-impressionista Gaugin e sonhava um dia viajar para a Polinésia. Passado um ano sobre o seu desaparecimento em que todos pensavam estaria a realizar a sua viagem aos mares do Sul, é encontrado morto. Carvalho vai investigar o que fez durante esse ano e assim vai desenrolando um imbróglio. Começa a conhecer a peculiar personalidade da vítima, as suas preferências intelectuais e também a sua obsessão por seguir os passos de Gaugin.

Manuel Vázquez Montalbán não conta só a história de um crime, dá a conhecer ao leitor a sociedade barcelonense recém-saída do regime franquista, numa Espanha com uma democracia ainda periclitante. Numboom industrial que atraiu muitos imigrantes internos que, devido ao seu elevado número, levou à criação de bairros-dormitório nos arredores das grandes cidades, especialmente Barcelona, e com isso ao enriquecimento de construtores e empresários, muitos deles politicamente ligados ao franquismo e outros senhores do seu próprio idealismo, por vezes entendido de uma forma algo particular.”.


Os Mares do Sul
Autores: Manuel Vázquez Montalbán, Hernán Migoya e Bartolomé Seguí
Editora: Levoir
Páginas: 88, a cores
Encadernação: Capa Cartonada
Formato: 21,50 x 28.00 cm
ISBN:
PVP: 13,90€


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quinta-feira, 14 de setembro de 2023

Lançamento Levoir - Assombrada

A editora Levoir publica hoje o álbum Assombrada que conta com argumento e ilustrações de Shaghayegh Moazzami. Este trata-se do terceiro volume da Coleção Novela Gráfica - Série VII.



Segue a sinopse disponibilizada pela editora:

“A Levoir e o Público decidiram apresentar a obra da iraniana Shaghayegh Moazzami, traduzida pela primeira vez em Portugal, no mês em que faz um ano que morreu Mahsa Amini, a jovem iraniana que não usava o véu para cobrir completamente o cabelo e foi assassinada pelas forças policias.

Este facto provocou a indignação de milhares de mulheres no Irão e no Mundo inteiro — as mulheres tiraram os véus e cortaram os cabelos como sinal de protesto contra os abusos da “polícia da moralidade” e políticas da República Islâmica.

A Levoir quer dar a conhecer a situação da mulher no Irão como já o fez quando publicou Bordados, de Marjane Satrapi, e homenagear as mulheres do Irão que lutam pelos seus direitos dia a dia  há já algum tempo.

Esta obra tem prefácio de Joana Fernandes que já prefaciou anteriormente os dois livros Destemidas de Pénélope Bagieu.”.


Assombrada
Autores: Shaghayegh Moazzami
Editora: Levoir
Páginas: 224, bicolor
Encadernação: Capa Cartonada
Formato: 17,00 x 24.00 cm
ISBN:
PVP: 13,90€


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segunda-feira, 11 de setembro de 2023

Análise - "Moby Dick Vol. 1 e 2" com argumento e ilustrações de Christophe Chabouté

A adaptação do romance Moby Dick de Herman Melville com argumento e ilustrações de Christophe Chabouté e que foi originalmente publicado em dois volumes pela Vents d'Ouest em 2014 recebeu finalmente edição nacional pela editora Levoir como os volumes 1 e 2 da Coleção Novela Gráfica - Série VII.



Para começar admito que nunca li a obra original, pelo que não poderei dar a minha opinião relativamente à fidelidade da adaptação. Mesmo assim, fiz uma pesquisa e descobri que o livro é bastante mais extenso do que a adaptação para BD, pelo que concluo que o artista francês decidiu incluir apenas os momentos fulcrais do romance na sua adaptação. Não obstante, após a leitura não senti nenhum corte abrupto na construção narrativa. Com isto, considero que Chabouté apresenta uma história bem construída e que assenta perfeitamente na construção e divisão da mesma através de capítulos. Para quem leu a adaptação de Frankenstein de Mery Shelly de Georges Bess saberá do que estou a falar. Mas, para aqueles que não conhecem a premissa do romance, a história passa-se no século XIX, no auge da indústria baleeira que operava na Nova Inglaterra. O narrador, Ismael é um jovem que anseia por novas experiências o que o leva a embarcar no navio baleeiro, que está prestes a zarpar, o Pequod. O misterioso capitão do navio, Ahab, tem como único objectivo vingar-se de Moby Dick a baleia branca que lhe arrancou uma perna. Toda a tripulação vai unir-se ao seu capitão em busca de vingança, tornando a viagem perigosa e doentia.



De facto, apesar de Moby Dick ser uma história que apresenta momentos frenéticos de ação, inicialmente com a captura de cachalotes e, posteriormente com o combate mortal com a criatura que dá nome ao livro, a narrativa apresenta um vigor e força maior nos seus temas, sejam eles o confronto entre homem e natureza ou na desenfreada e desmedida busca por vingança por parte do capitão do navio. Indubitavelmente foram estes temas que mais me atraíram durante a leitura da obra. É fascinante a forma como a obsessão do comandante do Pequod o leva à loucura, além de tornar toda a tripulação prisioneira da sua sede de vingança. Deste modo, as interações entre os personagens são intrigantes, dado que os mesmos têm consciência de que o animal apenas se conduz pelo instinto inerente à sua natureza, enquanto vêm o seu comandante a sucumbir aos mesmos instintos, perdendo a capacidade de racionalizar durante o processo.



Algo que descobri durante a pesquisa relativamente à obra original é que a mesma é bastante extensa dado o seu caráter extremamente descritivo. E é neste sentido que a genialidade de Chabouté vem ao de cima. Através do seu exímio trabalho a preto e branco e extremamente expressivo, o mesmo consegue transmitir aos leitores de forma impactante a vasta gama de sentimentos e sensações que os personagens sentem. Deste modo, a máxima "uma imagem vale mais do que mil palavras" é aplicada de forma exímia. Além disso, permite que os capítulos se desenrolem com uma ritmo bastante agradável. Mas para além deste ponto, a ilustração do artista é exemplar na planificação das vinhetas, bem como no uso e alternância do preto e branco no fundo das vinhetas. Finalmente, o mesmo emprega dinamismo nas cenas de ação, além de mostrar com brutalidade a força do animal. Destaque ainda para a genialidade da capa do segundo volume, em que apresentam apenas parte do animal, o que passa a sensação de enormidade da criatura.





Sabendo que este material foi publicado no âmbito da Coleção Novelas Gráficas da Levoir e tendo em conta a relação qualidade/preço destas edições é normal que alguns leitores achem que esta obra merecia uma edição melhor. Particularmente gostaria de ver esta obra numa edição integral e com um formato maior (como o original) à semelhança do livro Frankenstein de Mery Shelly editado pel'A Seita. Mesmo assim, acho que a edição da Levoir é interessante. Mais uma vez estas são em capa dura com destaque para o papel que apresenta textura baça (ideal para o preto e branco da ilustração) e gramagem superior a outros volumes de coleções anteriores da editora. Destaque ainda para o texto introdutória da autoria de Pedro Bouça que prepara o leitor para o conteúdo do livro, além de conter informações relevantes.
Poderão ver mais imagens destes álbuns aqui: https://www.instagram.com/p/Cww5scEMAXW/ e https://www.instagram.com/p/Cw7JJrtsJRH/.



Se durante 3 anos os leitores portugueses não puderam desfrutar de uma Coleção Novela Gráfica da Levoir, os mesmos têm aqui a possibilidade de leitura de uma obra que, por si só, já justifica a existência da sétima série da mesma. Mesmo não apresentando a edição que o material merecia, a leitura de Moby Dick é altamente recomendada e sem dúvida merece estar nas estantes dos leitores de BD.

quinta-feira, 7 de setembro de 2023

Lançamento Levoir - Moby Dick Vol. 2

A editora Levoir publica hoje o álbum Moby Dick Vol. 2 que conta com argumento e ilustrações de Christophe Chabouté. Este volume que adapta o romance de Herman Melville foi originalmente publicado pela Vents d'Ouest em 2014 e recebe edição nacional pela editora Levoir como o segundo volume da Coleção Novela Gráfica - Série VII.


Segue a sinopse disponibilizada pela editora:

"Prisioneiro da obsessão do seu comandante, o navio baleeiro Pequod continua a sua lenta e inexorável missão: localizar e matar Moby Dick, a terrível baleia branca. Moby Dick… um nome que soa como uma lenda perigosa. É um nome que enche de terror toda a tripulação e todos os baleeiros que se cruzaram com a enorme baleia. Consumido pela sua sede de vingança, o ódio de Ahab aproxima-o da loucura. De tal maneira que a tripulação do Pequod se interroga se o verdadeiro estará no mar ou a bordo do navio? ".


Moby Dick Vol. 2
Autores: Christophe Chabouté
Editora: Levoir
Páginas: 144, a preto e branco
Encadernação: Capa Cartonada
Formato: 19,00 x 28.00 cm
ISBN:
PVP: 13,90€


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segunda-feira, 4 de setembro de 2023

Lançamento Levoir - Moby Dick Vol. 1

A editora Levoir publicou no passado dia 31 de agosto o álbum Moby Dick Vol. 1 que conta com argumento e ilustrações de Christophe Chabouté. Este volume que adapta o romance de Herman Melville foi originalmente publicado pela Vents d'Ouest em 2014 e recebe edição nacional pela editora Levoir como o primeiro volume da Coleção Novela Gráfica - Série VII.



Segue a sinopse disponibilizada pela editora:

“A história passa-se no século XIX, no auge da indústria baleeira que operava na Nova Inglaterra. O narrador, Ismael é um jovem que anseia por novas experiências o que o leva a embarcar no navio baleeiro, que está prestes a zarpar, o Pequod. O misterioso capitão do navio, Ahab, tem como único objectivo vingar-se de Moby Dick a baleia branca que lhe arrancou uma perna. Toda a tripulação vai unir-se ao seu capitão em busca de vingança, tornando a viagem perigosa e doentia. Além de uma narrativa de acção, Moby Dick, é uma obra sobre o confronto entre homem e natureza, abordando temas como religião, idealismo, pragmatismo e vingança.".


Moby Dick Vol. 1
Autores: Christophe Chabouté
Editora: Levoir
Páginas: 128, a preto e branco
Encadernação: Capa Cartonada
Formato: 19,00 x 28.00 cm
ISBN:
PVP: 13,90€


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